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A mostra reúne obras de oito jovens artistas que utilizam a linguagem da xilogravura, apresentando uma diversidade que envolve pesquisas em torno da cor, de grandes formatos e da tridimensionalidade.
Com curadoria de Célia Barros, a exposição conta com obras de Fernando Melo, Gabriel Balbino, Igor Santos, Julia Bastos, Kamila Vasques, Luisa Almeida, Rafael Toledo e Santidio Pereira.
Os artistas
Fernando Melo
Começou sua experiência no Instituto Acaia aos 6 anos, aprendendo xilogravura de modo intuitivo e espontâneo.
Gabriel Balbino
Possui formação em tipografia, xilogravura e desenho e é membro do coletivo Xiloceasa, primeiro grupo formado no Acaia, em 2005, por adolescentes da oficina de xilogravura, que, na maioria, residiam nas redondezas do Ceagesp.
Igor Santos
Frequenta o Instituto Acaia desde os 8 anos, e lá aprendeu a xilogravura numa prática coletiva, com desafios desde a produção de publicações, ilustrações para revistas, jornais até capas de livros.
Julia Bastos
Formou-se em artes visuais pelo Centro Universitário Belas-Artes de São Paulo, em 2018.
Kamila Vasques
É bacharel em artes visuais pelo Centro Universitário Belas-Artes. Fez iniciação científica orientada por Helena Freddi.
Luisa Almeida
Atualmente, é mestranda em artes visuais na Universidade Estadual Paulista (Unesp), onde se formou na graduação em 2017.
Rafael Toledo
É formado em artes visuais pelo Centro Universitário Belas-Artes de São Paulo.
Santidio Pereira
Começou a frequentar o Instituto Acaia por volta dos 8 anos de idade, onde realizou diversas atividades artísticas, como aulas de marcenaria, cerâmica, animação e pintura, até se destacar nas oficinas de desenho e xilogravura sob a orientação do xilogravador Fabrício Lopez.
A curadora
Célia Barros
Mestre em Produções artísticas e investigação pela Facultat de Belles Arts da Universitat de Barcelona, desde 2008, dirige a produtora cultural Homens de Saia – Utopias possíveis que sonha, cria e produz exposições de artes visuais. Desenvolve projetos de exposições onde articula ações de curadoria, expografia e mediação em arte contemporânea.
Sobre o projeto Espaço Galeria SESI-SP
A mostra Xilograficamente faz parte do projeto Espaço Galeria SESI-SP, no qual o foyer do teatro se transforma em plataforma expositiva, recebendo exposições de diferentes técnicas e formatos. Criada em 2013, a iniciativa oferece exposições de artes visuais especialmente desenvolvidas para os centros de atividades do SESI-SP, propiciando a circulação de obras originais com embasamento curatorial e expografias específicas.
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